O inverno começa oficialmente às 11h58 desta quarta-feira (21). Neste ano, a estação mais fria do ano terá a influência do El Niño, o aquecimento anormal das água do Pacífico. Por isso, os próximos meses devem ser mais chuvosos que o normal no Sul, enquanto o tempo seco predomina no Sudeste e no Centro-Oeste. Nestas localidades, a temperatura pode ficar levemente acima do normal.
Preocupação para a possibilidade de aumento das queimadas no Pantanal e na Amazônia, justamente por causa da mudança no ciclo das chuvas.
No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, previsão contrária. Após dois anos de estiagem, a chuva deve ser acima do normal. Em julho, tem chance de geada e temperaturas mais baixas do que a média para o inverno.
No Sudeste, pode chover menos, sendo que o período já é reconhecido por ser seco. As ondas de frio devem ser menos intensas.
O solstício de inverno marca ainda a noite mais longa do ano. Na quarta-feira (21), serão apenas 10 horas de sol no hemisfério Sul.
O primeiro dia do inverno, no entanto, será de temperaturas maiores do que nos últimos dias. A maior parte do território está efeito de uma massa de ar seco. O sol predomina na maior parte das capitais, temperaturas acima dos 25°C. Exceção para o Sul, que pode ter chuva e a aproximação de uma frente fria.
Por ser um país continental, cerca de 7% do território brasileiro está na porção Norte do planeta. Amapá, Roraima e partes do Amazonas convivem com o verão nos próximos três meses. Mas pela proximidade com a Linha do Equador, não há mudanças bruscas nas estações ao longo do ano.