
Afinal, o que mais assusta as pessoas? O medo é uma emoção natural, mas algumas fobias chamam atenção pelo número de buscas no Google. Seja pela curiosidade ou pelo estranhamento, levantamento da Sala Digital, parceria da Band com o Google, mostra o que mais preocupa os brasileiros através dos dados: de termos comuns, como medo de altura, a fobias curiosas, como pavor de palavras longas.
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia: medo de palavras longas
Entre as fobias mais procuradas, uma das que mais geram curiosidade é a Hipopotomonstrosesquipedaliofobia, o medo de palavras longas. A ironia está no próprio nome, que é difícil de pronunciar e pode causar desconforto em quem sofre com essa condição.
Nomofobia: o pânico de ficar sem celular
A dependência do celular é um fenômeno crescente, e a Nomofobia reflete esse comportamento. O medo irracional de ficar sem acesso à internet ou telefone tem se tornado cada vez mais comum, especialmente entre os mais jovens.
Agorafobia: receio de espaços abertos ou lotados
A Agorafobia é caracterizada pelo medo intenso de locais amplos ou muito cheios, como shoppings, estádios e transporte público. Em alguns casos, a condição pode levar a dificuldades no convívio social e no deslocamento diário.
Medos mais buscados no Google
Além das fobias reconhecidas, algumas pesquisas sobre medo se destacam no Google. A Tripofobia, que causa desconforto com padrões repetitivos de buracos, é uma das mais pesquisadas. Outros medos populares incluem altura, baratas, cobras e sapos, sendo que esses últimos aparecem na frente das baratas nas buscas.
Quando o medo vira um problema?
Sentir medo é normal, mas quando ele interfere na rotina e no bem-estar, pode ser um sinal de alerta. O psiquiatra Daniel Barros explica que fobias podem ser tratadas. "Se o medo gera sofrimento ou limitações, procurar ajuda profissional pode fazer toda a diferença", afirma.
Compreender os medos e fobias é um passo essencial para enfrentá-los e buscar qualidade de vida.