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Laboratório revive espécie de Lobo-terrível, extinta há 12 mil anos

Processo de 'desextinção' usou DNA encontrado em fósseis de até 72 mil anos

Da redação

Laboratório revive espécie de Lobo-terrível, extinta há 12 mil anos
Rêmulo e Rômulo, primeiros lobos-terríveis da atualidade
Reprodução/Instagram/@itiscolossal

Cientistas de um laboratório privado dos Estados Unidos fizeram o processo de 'desextinção' da espécie Lobo-terrível, extinta há mais de 10 mil anos. Em anúncio feito nessa semana, a Colossal Biosciences afirmou que reconstituiu o genoma da espécie a partir de DNA encontrado em fósseis que datam de 11 mil a 72 mil anos. 

Os lobos Romulus e Remus, referências aos dois irmãos que fundaram a cidade de Roma. Nas redes sociais, o laboratório afirmou que fez edições genéticas no genoma da espécie. 

"Esta conquista é o resultado de anos de ciência pioneira, inovação incansável e dedicação inabalável", afirmou a empresa. Os dois primeiros lobos nasceram em janeiro de 2024, mas só foram anunciados nesta semana. 

Um terceiro filhote da mesma espécie também foi anunciada pela empresa, com o nome de Khaleesi, nascido em 31 de janeiro de 2025. 

O que são lobos-terríveis?

Parecidos com os atuais lobos cinzentos, os lobos-terríveis datam de 250 mil anos atrás e viviam entre a América do Norte e América Central. Maior que os lobos, pesava cerca de 80kg. 

A espécie foi extinta há pelo menos 12 mil anos, o que coincide com a chegada dos humanos no continente americano pelo Estreito de Bering. Cientistas supõem que a causa da extinção tenha relação com o impacto do ser humano na fauna da América do Norte. 

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