
Todas as testemunhas intimadas pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos sobre a morte do turista gaúcho de 54 anos, que passou mal ao subir as escadas do Cristo Redentor, já foram ouvidas pelos investigadores.
A família de Jorge Alex Duarte acusa os responsáveis pelo ponto turístico de falha no atendimento médico e falta de ambulância para casos de emergência.
Ao todo, oito representantes das empresas Trem do Corcovado e Paineiras Corcovado, responsáveis pelo monumento, e da empresa Dedica Saúde, que presta serviços médicos aos visitantes e socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram até a Delegacia do Consumidor, na Zona Norte, que investiga o caso como crime contra relação de consumo e omissão de socorro.
Após o episódio, uma ambulância passou a ficar de prontidão para os turistas durante todo o período de visitas.