A Comlurb gasta cerca de R$ 1 milhão por ano para repor lixeiras roubadas na cidade do Rio de Janeiro. Somente de janeiro a abril de 2023, mais de 4 mil itens foram trocados na cidade, o que representa mais de 73% do contabilizado em todo o ano de 2022. No ano passado, 5.584 papeleiras foram substituídas.
Só na região da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, 93 lixeiras foram furtadas este ano. No Anil, moradores relataram nas últimas semanas o aumento no número de roubos de lixeiras da Comlurb na região.
De acordo com os relatos, no entorno de algumas praças importantes, como a Juarez Barroso, não é possível descartar o lixo em nenhum local apropriado.
O engenheiro civil Carlos Henrique afirma que este tipo de furto tem sido frequente. Para ele, isso prejudica a segurança do bairro, além de colaborar com o descarte indevido pelas ruas.
Em nota, a Comlurb informou que o furto e vandalismo de papeleiras segue causando imensos prejuízos aos cofres públicos da cidade.
A companhia também afirmou que recentemente, em uma única madrugada, criminosos furtaram 67 papeleiras em um perímetro de oito quilômetros.
Ainda segundo a Comlurb, a durabilidade dos equipamentos deveria ser de cinco anos.