Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e presidente Luiz Inácio Lula da Silva
REUTERS/Adriano Machado
O governo federal aumentou em R$ 36 bilhões a projeção para o déficit primário deste ano.
A estimativa de rombo das contas públicas federais era de R$ 141 bilhões no último relatório, divulgado em setembro, e passou para R$ 177 bilhões em novembro.
Agora, a perspectiva do déficit primário aumentou de 1,3% do Produto Interno Bruto brasileiro (PIB) para 1,7%.
No entanto, há uma divergência nas projeções entre o Tesouro Nacional e o Banco Central.
A estimativa de rombo de R$ 177,4 bilhões, ou 1,7% do PIB é do Tesouro.
Já para o BC, o rombo deverá ser de R$ 203 bilhões, ou 1,9% PIB.